segunda-feira, 21 de maio de 2018

REALIDADE BRASILEIRA


EPISTEMOLOGIA DE EÇA DE QUEIRÓS

FRASE COM 2054 ANOS

FILOSOFIA DE PLATÃO

THOMAS EDISON: FOR 100% RENEWABLE ENERGY, ESPECIALLY SOLAR


Edison was way ahead of his time, and was clearly a fan of the 100% renewable energy ida (a true possibility), and especially tapping into our insanely abundant supply of solar energy.
By Zachary Shahan
Source CleanTechnica

4 MANEIRAS DE GASTAR DINHEIRO

UMA CIVILIZAÇÃO DIFERENTE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

CORRENTE DE ORAÇÃO PELA PAZ MUNDIAL

BOA TARDE!

PESSOAS VIOLENTAS

IBERDROLA TO INVEST $833.1M IN BRAZILIAN WIND ENERGY


Spain’s Iberdrola is planning to invest US$833.1 million in new electricity distribution and wind projects in the northern Brazilian state of Rio Grande do Norte over the next five years.
Rio Grande do Norte Governor Robinson Faria said that one of the major reasons the state attracted renewable energy companies was its strong support given to investors during the environmental licensing process.
The new investment stands to double Iberdrola’s current operating capacity in the state, said its CEO Ignacio Galan.
The Bilbao-headquartered firm already has a total of 11 wind farms in the state, which is located in the far northeastern tip of Brazil bordering the Atlantic Ocean.
Rio Grande do Norte is currently the largest producer of wind energy in Brazil.
South America’s largest country has pledged to generate 20% of its electricity from renewable sources by 2030 in an effort to reduce greenhouse gas emissions.
To achieve this, Brazil will have to double its non-hydro renewable capacity, including wind and solar.
Currently, around 67% of Brazil’s total installed capacity comes from hydro, 9% from biomass, 8% from wind and the remainder from fossil fuels and nuclear power. Most of the hydro is from large HPPs, which do not count as renewable projects.
Overall, the country is also aiming to source 45% of its total energy mix from renewables by 2030, according to its climate plan, known as the Intended Nationally Determined Contribution.
Last month, the government awarded just over 1,024 MW of new renewable energy contracts in the country’s latest A-4 clean power auction.
In total, 39 projects were contracted, of which four were for wind farms and the majority of the rest were for solar.
Wind power contracts were negotiated at 67.60 reais (US$18.43) per MWh, representing a discount of 73.49% on the initial price.
The auction registered the lowest prices ever negotiated in the Latin American nation for both wind and solar power plants, according to the operator Electric Energy Trading Chamber.
Another renewables auction, to be known as A-6, will be held sometime between May and August of this year, the government said recently.

Source REVE

ENERGIA SOLAR - FONTE ENEGÉTICA ABUNDANTE


No decorrer da década de 70, o mundo adquiriu profunda consciência de uma escassez global de combustíveis fósseis e, com o inevitável declínio dessas fontes convencionais de energia à vista, os principais países industrializados empreenderam uma rigorosa campanha a favor da energia nuclear como fonte energética alternativa. O debate sobre como solucionar a crise energética concentra-se usualmente nos custos e riscos da energia nuclear, em comparação com a produção de energia proveniente do petróleo, do carvão e do óleo xistoso. Os argumentos usados por economistas do governo e das grandes companhias, bem como por outros representantes da indústria energética, são fortemente tendenciosos sob dois aspectos. A energia solar — a única fonte energética que é abundante, renovável, estável no preço e ambientalmente benigna — é considerada por eles "antieconômica" ou "ainda inviável", apesar de consideráveis provas em contrário; e a necessidade de mais energia é pressuposta de maneira indiscutível.
Qualquer exame realista da "crise energética" tem que partir de uma perspectiva muito mais ampla do que essa, uma perspectiva que leve em conta as raízes da atual escassez de energia e suas ligações com os outros problemas críticos com que hoje nos defrontamos. Tal perspectiva torna evidente algo que, à primeira vista, poderá parecer paradoxal: para superar a crise energética, não precisamos de mais energia, mas de menos. Nossas crescentes necessidades energéticas refletem a expansão geral dos nossos sistemas econômico e tecnológico; elas são causadas pelos padrões de crescimento não-diferenciado que exaurem nossos recursos naturais e contribuem, de modo significativo, para nossos múltiplos sintomas de doença individual e social. Portanto, a energia é um parâmetro significativo de equilíbrio social e ecológico. Em nosso estágio atual de grande desequilíbrio, contar com mais energia não resolveria os nossos problemas, mas só iria agravá-los. Não só aceleraria o esgotamento de nossos minerais e metais, florestas e peixes, mas significaria também mais poluição, mais envenenamento químico, mais injustiça social, câncer e crimes. Para fazer frente a essa crise multifacetada não necessitamos de mais energia, mas de uma profunda mudança de valores, atitudes e estilo de vida.
Uma vez percebidos esses fatos básicos, torna-se evidente que o uso de energia nuclear como fonte energética é absoluta loucura. Ultrapassa o impacto ecológico da produção de energia em grande escala a partir do carvão, impacto esse que já é devastador, em vários graus, e ameaça envenenar não apenas nosso meio ambiente natural por milhares de anos, mas até mesmo extinguir toda a espécie humana. A energia nuclear representa o caso mais extremo de uma tecnologia que tomou o freio nos dentes, impulsionada por uma obsessão pela auto-afirmação e pelo controle que já atingiu níveis patológicos.
Ao descrever a energia nuclear em tais termos, refiro-me a armas nucleares e a reatores nucleares. Esses dois fatores não podem ser considerados separadamente; esta é uma propriedade intrínseca da tecnologia nuclear. O próprio termo nuclear power tem dois significados vinculados. Power, além do significado técnico de "fonte de energia", possui também o sentido mais geral de "posse de controle ou influência sobre outros".
Assim, no caso do nuclear power (energia nuclear e poder nuclear), esses dois significados estão inseparavelmente ligados, e ambos representam hoje a maior ameaça à nossa sobrevivência e ao nosso bem-estar.
Por Fritjjof Capra 1982
Fonte O Ponto de Mutação

MUNDO DA SUSTENTABILIDADE


SUSTENTABILIDADE é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, SEM COMPROMETER O FUTURO DAS PRÓXIMAS GERAÇÕES. Ou seja, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, USANDO OS RECURSOS NATURAIS DE FORMA INTELIGENTE PARA QUE ELES SE MANTENHAM NO FUTURO. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável.

AÇÕES RELACIONADAS A SUSTENTABILIDADE:
- Exploração dos recursos vegetais de florestas e matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário.
- Preservação total de áreas verdes não destinadas a exploração econômica.
- Ações que visem o incentivo a produção e consumo de alimentos orgânicos, pois estes não agridem a natureza além de serem benéficos à saúde dos seres humanos;
- Exploração dos recursos minerais (petróleo, carvão, minérios) de forma controlada, racionalizada e com planejamento.
- USO DE FONTES DE ENERGIA LIMPAS E RENOVÁVEIS (eólica, geotérmica e hidráulica) para diminuir o consumo de combustíveis fósseis. Esta ação, além de preservar as reservas de recursos minerais, visa diminuir a poluição do ar.
- Criação de atitudes pessoais e empresarias voltadas para a reciclagem de resíduos sólidos. Esta ação além de gerar renda e diminuir a quantidade de lixo no solo, possibilita a diminuição da retirada de recursos minerais do solo.
- Desenvolvimento da gestão sustentável nas empresas para diminuir o desperdício de matéria-prima e desenvolvimento de produtos com baixo consumo de energia.
- Atitudes voltadas para o consumo controlado de água, evitando ao máximo o desperdício. Adoção de medidas que visem a não poluição dos recursos hídricos, assim como a despoluição daqueles que se encontram poluídos ou contaminados.

BENEFÍCIOS
A adoção de AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE GARANTEM A MÉDIO E LONGO PRAZO UM PLANETA EM BOAS CONDIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DAS DIVERSAS FORMAS DE VIDA, INCLUSIVE A HUMANA. Garante os recursos naturais necessários para as próximas gerações, possibilitando a manutenção dos recursos naturais (florestas, matas, rios, lagos, oceanos) e garantindo uma BOA QUALIDADE DE VIDA para as futuras gerações.

VOCÊ TEM OBRIGAÇÃO DE DEIXAR UM PLANETA DECENTE DE SE VIVER PARA TODAS AS GERAÇÕES FUTURAS QUAISQUER QUE SEJAM, PENSE NISTO...

Por Edson Miranda

4 ESTRATÉGIAS IMPORTANTES PARA REDES SOCIAIS QUE FUNCIONAM COM ESCRITÓRIOS DE ADVOCACIA


Para advogados que usam as mídias sociais não raro é muito comum ficarem frustrados com a falta de resposta às postagens de seu escritório de advocacia. Mas se você está sentindo que seu tempo gasto em mídias sociais é desperdiçado, lembre-se de que isso não é mágico.E como qualquer ferramenta do marketing jurídico, a maneira como você usa faz toda a diferença.

Não seja tímido
É improvável que postar uma vez por mês no Facebook ou no Twitter ganhe audiência para seu escritório de advocacia. Sua mensagem quase certamente será perdida no fluxo. Para promover a perspectiva de seu escritório de advocacia e gerar visibilidade com conscientização, as postagens frequentes são fundamentais. E isso não leva muito do seu tempo. Conheça seu público-alvo e conheça a si mesmo.

Não seja antissocial
As redes sociais são lugares informais onde os usuários esperam ver alguma personalidade. Por definição, eles são espaços de conversação. As regras de ter conversas eficazes e persuasivas se aplicam. Então ouça, faça argumentos convincentes, apele às emoções pelo menos tanto quanto à lógica e, acima de tudo, não tenha medo de mostrar ao seu público que você se importa.

Não seja enganado
Ainda há muitos gurus por aí na internet. Eles incentivam você a subornar os usuários para que "gostem" e com isso fazer com que seu conteúdo jurídico na redes sociais seja "viral". Não caia nessa, para advogados e escritórios de advocacia a estratégia de marketing jurídico ético não é um jogo. Deve ser medido pelo retorno do investimento, não pelo número de seguidores no Facebook.

Não seja impaciente
Com a confiança, um público ativo e engajado é conquistado com o tempo. Como outros aspectos da sua marca e reputação. Existem poucas soluções rápidas para serem encontradas. Mesmo que a publicidade paga possa produzir resultados imediatos e deve fazer parte da estratégia de mídia social de qualquer escritório de advocacia, nada supera a paciência e a persistência quando se trata de conquistar os corações e mentes de seu público.
O ponto em questão é o seguinte: estar “na mídia social” costuma ser um diferencial na advocacia. Agora, seus resultados serão determinados menos pelo fato de você estar nas redes sociais e mais pela maneira como você as usa para promover sua estratégia de marketing jurídico.

Fonte Jurídica Marketing

ADVOGADO: SEU SITE ESTÁ ATRAINDO ATENÇÃO DE POTENCIAIS CLIENTES?


Você provavelmente tem um site que funciona, mas a pergunta, você está pronto para o mundo moderno e acelerado de hoje? A internet se move rapidamente e o que pode ter funcionado para você, há alguns anos atrás, pode estar obsoleto. Para garantir que o site do seu escritório de advocacia esteja atualizado, use os três critérios a seguir para avaliar seu desempenho.

1. Amigável para dispositivos móveis?
Potenciais clientes estão em movimento e muitos estão usando tablets e celulares em vez de computadores. Então, o que acontece quando seu site não é amigável para dispositivos móveis?
Se o seu site não está otimizado para celular, esta é a primeira coisa que você precisa mudar. Além disso, os clientes em potencial não estão interessados ​​no incômodo de pesquisar um site que não se destina a uso móvel.
Resultado se seu site não está configurado para demais dispositivos móveis seus clientes vão embora!

2. Como é a experiência do usuário?
O design do site percorreu um longo caminho desde os dias de acesso à internet dial-up. Naquela época, a maioria das empresas estava feliz em estar online. Agora os potenciais clientes tendem a se afastar de sites que são densos ou complicados. Olhe para o seu site de uma perspectiva de fora. Uma recomendação é ter uma imagem relevante para seu escritório na página inicial. Certifique-se de que sua página de abertura tenha uma imagem inicial que seja pessoal e envolvente. Tenha uma página de contato que forneça as informações básicas que seu escritório precisa, como número de telefone, endereço, e-mail de contato, formulário de contato e horário de funcionamento. Se o seu site tiver um blog (e realmente deveria), deixe sempre a leitura organizada em seus posts com parágrafos curtos e quebrados por temas, itens ou subtítulos, assim você permitem aos seus leitores uma visão do que eles estão prestes a ler. 
Resumo: a maioria dos clientes em potencial aprecia um site simples e visualmente atraente.

3. Fala com você ou com o consumidor?
"Sobre o escritório" ou "currículo" em qualquer site de escritórios de advocacia é a página mais visitada. É onde os potenciais clientes conhecem mais sobre você para descobrir se eles querem contatá-lo. Infelizmente, muitos advogados escrevem seu currículo sem fim, listando suas realizações como se estivessem tentando impressionar um colega.
Seu perfil de advogado deve ser dirigido aos interessados que você está tentando atrair para contatá-lo. Em outras palavras, use um idioma que os ajude a entender por que você é o melhor advogado. Você obviamente é apaixonado por sua área de atuação. Deixe isso transparecer para seu leitor, isso vai fazer mais para convencê-los do que seu currículo é bom.

Fonte Jurídica Marketing

A PUBLICIDADE NA ADVOCACIA

A temática publicidade na advocacia é disciplinada no Código de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Capítulo VIII (art. 39 a 47)

A publicidade na advocacia, por óbvio, não é vedada; mas, o tema recebe um tratamento bastante rigoroso pelo órgão de classe. Por essa razão, gera um número incontável de discussões. Muitas são as críticas destinadas a esse extremo rigor, argumentando-se da sua incompatibilidade com a necessária sustentabilidade da atividade econômica desenvolvida pelos advogados. Apesar das críticas, acreditamos que as disposições éticas impostas pela OAB são nossas aliadas, na medida em que estabelecem diretrizes para trazer à advocacia valorização e destaque dentro do mercado.
Então, hoje a nossa intenção não é adentrar em discussões acerca de um possível rigor ético. O que queremos fazer é uma breve reflexão prática sobre a publicidade na advocacia à luz da disciplina legal vigente para a nossa profissão. E, por isso, iniciamos observando que o Estatuto da OAB, em seu art 33, preleciona que “o advogado obriga-se a cumprir rigorosamente os deveres consignados no Código de Ética e Disciplina”. Dentre esses deveres, está o de respeitar as diretrizes acerca da publicidade que são impostas ao advogado.
O artigo inaugural do capítulo VIII do nosso Código de Ética diz o seguinte: “a publicidade profissional do advogado tem caráter meramente informativo e deve primar pela discrição e sobriedade, não podendo configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão”. Já neste artigo podemos perceber os limites impostos à publicidade da advocacia, de modo a garantir a sua valorização e especialidade no mercado.
A ideia é que a publicidade feita pelo advogado de sua atuação deve ser discreta, sóbria e informativa, sendo vedada a sua utilização para a captação de clientes ou mercantilização profissional. Parece um tanto confuso, mas vamos te explicar.
Imagine-se que você advogado tenha fechado um contrato trabalhista que verse sobre um objeto controvertido na Reforma Trabalhista. Após muito trabalho e esforço você consegue uma sentença inédita e favorável a seu cliente. Você pode, por exemplo, fazer um post no Facebook relatando o caso e dizendo da sua vitória para atrair novos clientes que tenham um caso similar?
Ora colegas, a nosso ver algumas ponderações precisam ser feitas. Primeiro que esse post pode sim ser feito, desde que observadas as diretrizes do nosso Código de Ética. Então, por exemplo, se você possui um perfil ou fanpage, poderá criar um post elucidando a matéria e publicando a decisão proferida, tendo como objetivo levar conhecimento àqueles seus contatos na rede social. A difusão de teses e ideias é plenamente compatível com os rigores éticos impostos pela OAB.
O que não poderia ser feito, sob pena de infração ética, é você finalizar o seu post com algo do tipo: “Interessados favor chamar inbox para contratação e definição do valor dos honorários”. Uma publicação dessa forma acabaria vulgarizando nossa atuação e entrando no campo da lamentável desvalorização da advocacia, com o aviltamento de honorários. A especialidade do serviços que nós prestamos implica na necessidade de que nossa publicidade seja compatível com a dignidade da profissão.
Percebe-se, então, que a grande questão é a forma de divulgação das informações. Você pode perfeitamente apresentar um caso ou uma tese ao seu ciclo de relacionamentos, desde que o faça de forma informativa e moderada. Não há qualquer vedação em você fazer um post informativo, entre seu ciclo de relacionamentos, e a partir dali receber contatos espontâneos sobre o tema. Isso não se trata de uma conduta ética condenável pelo nosso órgão de classe.
Outra questão também muito discutida é acerca do envio de emails com publicações do escritório. Aqui, novamente, precisamos fazer algumas ponderações. O envio de mensagens indiscriminadas a público geral caracterizando-se esse email com spam, certamente é condenável.
Mas, observe-se. Se você mantém um cadastro dos endereços eletrônicos de seus clientes e periodicamente envia a eles um boletim jurídico sobre as novidades do escritório ou com publicações, não há qualquer infração ética. Esse correspondência eletrônica é, novamente, informativa e destinada a um público específico que tem interesse nos assuntos ali veiculados. Ademais, é de se frisar que a divulgação do email é expressamente autorizada pelo nosso Código de Ética, vide art. 40, V, in fine.

Também é bastante comum vermos escritórios que em seus sites oportunizam aos interessados a assinatura de newsletter para, a partir daí, receber emails informativos. Mais uma vez, não vemos qualquer conduta reprovável aqui, Ora, no caso é a pretensa clientela que solicita ao escritório que lhe envie boletins informativos de seu interesse. Não há qualquer abusividade ou falta de ética no caso. Essa newsletter pode trabalhar informações gerais do advogado e seu escritório, a exemplo de títulos acadêmicos e áreas de atuação. Também pode trazer artigos, opiniões , entrevistas e notícias.
É importante frisar, ainda, que existem meios de divulgação que são expressamente vedados pelo art. 40, do nosso Código de Ética. É proibida: “ (I) a veiculação da publicidade por meio de rádio, cinema e televisão; (II) o uso de outdoors, painéis luminosos ou formas assemelhadas de publicidade; (III) as inscrições em muros, paredes, veículos, elevadores ou em qualquer espaço público; (IV) a divulgação de serviços de advocacia juntamente com a de outras atividades ou a indicação de vínculos entre uns e outras; (V) o fornecimento de dados de contato, como endereço e telefone, em colunas ou artigos literários, culturais, acadêmicos ou jurídicos, publicados na imprensa, bem assim quando de eventual participação em programas de rádio ou televisão, ou em veiculação de matérias pela internet, sendo permitida a referência a e-mail; (VI) a utilização de mala direta, a distribuição de panfletos ou formas assemelhadas de publicidade, com o intuito de captação de clientela”.
Observe-se, então, que a publicidade legal possui amplas possibilidades, e a principal ideia das diretrizes éticas impostas pela OAB é garantir a dignidade da advocacia e permitir que todos os advogados possam apresentar seu trabalho no mercado de forma informativa e ética.

Referência:
BRASIL. Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994. Dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Publicada no DOU de 05. jul.1994. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8906.htm>.
_______. Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Resolução nº 02/2015. Aprova o Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB. Datada de 19. out. 2015. Disponível em: <http://www.oab.org.br/arquivos/resolucaon022015-ced-2030601765.pdf >.
_______. _______. Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB. Dispõe sobre o Regulamento Geral previsto na Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994. Disponível em: <http://www.oab.org.br/content/pdf/legislacaooab/regulamentogeral.pdf >.

Fonte IbiJus - Instituto Brasileiro de Direito

COMO USAR O WHATSAPP PARA ADVOGAR? VEJA ALGUMAS DICAS QUE PODEM AJUDÁ-LO A MELHORAR SEU ATENDIMENTO


Seja você um advogado autônomo ou atuante em um escritório, um ponto fundamental para a construção de uma boa reputação é um relacionamento saudável com o cliente. Por isso, é sempre muito importante conhecer bem o seu cliente, para dar a ele um atendimento, na medida do possível, personalizado, garantindo uma experiência positiva para ambas as partes.
O que sustenta uma boa imagem é a percepção que os clientes têm do profissional. Essa percepção é afetada por uma série de fatores, que vão desde a recepção no escritório, modo de se vestir, pontualidade, obtenção de sucesso profissional, até os canais pelos quais o advogado se comunica.
No mundo globalizado, é preciso pensar no atendimento como algo que foge do escritório. Muitas vezes é preciso responder o cliente via e-mail ou até mesmo por meio de suas redes sociais pessoais. O WhatsApp é um aplicativo que tem sido muito usado para advogar. No entanto, por mais que seu uso permita reduzir o tempo de espera por procedimentos legais, há algumas decisões urgentes que o advogado deve levar em conta antes de disponibilizar seu número pessoal ao cliente.
Os aplicativos de comunicação instantânea, como é o caso do Whatsapp, revolucionaram a comunicação entre pessoas. Essa transformação, além de afetar os relacionamentos interpessoais, também trouxe consequências para os relacionamentos profissionais.
Se por um lado, o Whatsapp é um meio de comunicação ágil, prático e barato, por outro, o uso profissional dessa ferramenta deve ser feito tomando alguns cuidados.
No caso dos advogados, algumas restrições e diretrizes do Código de Ética devem ser observadas. Além disso, é fundamental estabelecer regras junto aos clientes acerca do uso do Whatsapp.
Diante disto, listamos algumas dicas que podem evitar problemas e auxiliar a dinamizar o uso do aplicativo com seus clientes. Confira!

1ª Dica: Conheça o Código de Ética da OAB e suas vedações a respeito do tema
Nenhum advogado é obrigado a utilizar o Whatsapp como um canal de comunicação. No entanto, por se tratar de um meio bastante eficiente e muito acessível, o atendimento de advogados pelo Whatsapp pode melhorar a relação com clientes.
Vale observar, no entanto, que o Código de Ética da OAB veda a prestação de serviços ou mesmo de assessoria por qualquer meio de comunicação, sem que haja a devida cobrança. Logo, antes de estabelecer esse meio de comunicação com o seu cliente, é fundamental alertá-lo sobre eventuais cobranças através do uso da ferramenta.
Outra prática que pode gerar problemas ao profissional é o envio de qualquer forma de propaganda sobre os seus serviços, especialmente para quem não faz parte da sua lista de contatos.
O Código de Ética veda o envio da chamada “mala direta” por qualquer meio, seja físico ou eletrônico. Assim, para evitar problemas com a OAB, evite qualquer tipo de mensagem que possa ser interpretada como o oferecimento de serviços ou mesmo publicidade profissional ou do seu escritório.

2ª Dica: Estabeleça um horário para contato
Ao distribuir seu número pessoal para os clientes, o advogado deve estar ciente de que o cliente pode entrar em contato a qualquer hora. Se o advogado não pretende estar 24 horas por dia e 7 dias por semana disponível, é preciso acordar isso com o cliente. Estabeleça um horário de disponibilidade, que é quando terá tempo para respondê-lo com calma e atenção, evitando contatos em momentos inconvenientes.
Outra prática seria alterar configurações de privacidade do aplicativo. Cabe considerar se é interessante, para o advogado, que o seu cliente disponha de informações como última vez em que o advogado esteve online, se a mensagem foi visualizada ou não e há quanto tempo.

3ª Dica: Apresente limitações para consultas, sempre de forma cortês
É fundamental colocar determinadas restrições para que isso não gere estresse no profissional e acabe dificultando o relacionamento com o cliente.
Também é importante separar horários de lazer dentro da rotina e desligar do trabalho. Como os gadgetsfacilitam a conexão por 24 horas é importante separar momentos de trabalho dos momentos de lazer.

4ª Dica: O WhatsApp não pode se tornar um meio de consulta jurídica gratuita
Outra preocupação que o advogado deve ter é em não trabalhar de graça. O cliente pode acabar por entender o WhatsApp como um canal para consultas, não precisando marcar uma hora com o advogado e, consequentemente, impossibilitando o advogado de cobrar seus honorários corretamente. Além disso, o código de ética da OAB veta esta prática, por julgar não ser possível a compreensão completa à distância, por isso a exigência da consulta formal.
Por isso, é importante que advogado especifique ao cliente o que deve e o que não deve ser tratado no aplicativo. Uma simples conversa evita que um canal ideal para facilitar a retirada de dúvidas, recebimento de documentos, agendar visitas e acelerar processos faça o advogado trabalhar mais, ganhando menos.

5ª Dica: O WhatsApp de atendimento não deve ser seu número pessoal
Ao invés de oferecer ao cliente seu número pessoal, é recomendado criar uma conta no WhatsApp em outro número a ser utilizado no horário comercial. Dessa forma, você receberá as demandas, somente em horário comercial, filtrando-as e dando os devidos encaminhamentos, sem precisar atender aquela ligação em pleno domingo a tarde ou ter que ignorar possíveis consultas em momentos inoportunos.
O aplicativo, portanto, é sim um instrumento muito útil ao advogado, tanto no relacionamento com o cliente, quanto na otimização de suas atividades, seja como advogado autônomo, seja no escritório de advocacia. Contudo, é preciso alinhar a comunicação com o cliente para garantir o melhor uso do WhatsApp para advogar.

6ª Dica: O uso do Whatsapp pelos 'penalistas' deve ser diferenciado
Em determinadas áreas do Direito, a comunicação e a presença do advogado podem ser mais relevantes. É o caso de profissionais que atuam nas áreas criminal e de família, onde a presença de réus presos, ou mesmo o uso de medidas protetivas, podem fazer com que o advogado possa ser solicitado a qualquer momento.
No caso de réus presos, o uso do Whatsapp possui uma questão ética: afinal, o uso do celular dentro dos presídios é proibido por lei.
Assim, caso o profissional receba qualquer forma de chamada pelo aplicativo, é importante esclarecer ao cliente que não utiliza esse meio e que o ideal é marcar uma visita ao presídio para que possa esclarecer a questão.
A internet e os aplicativos estão aí para facilitar o dia a dia. Porém, como se tratam de ferramentas digitais, devem ser utilizados com uma boa finalidade e, naturalmente, com limites.
O atendimento de advogados pelo Whatsapp pode ser uma forma de assessorar de forma mais ágil seus clientes. Porém, para que isso não haja desentendimentos ou estresse no futuro, a dica é estabelecer regras.

Por Elder Nogueira
Fonte JusBrasil Notícias

HONORÁRIOS: O QUE EU DEVO PAGAR AO MEU ADVOGADO


A palavra Honorários no dicionários significa: "vencimentos, valores, quantia paga aos profissionais liberais; proventos."

Pela origem da palavra verificamos que não é somente o advogado que recebe "honorários", mas sim todo profissional liberal na prestação de serviços como médicos, arquitetos, contadores, dentistas, jornalistas etc.
Para os advogados, o direito aos honorários estão estabelecidos na Lei 8.906/1994 (Estatuto da Advocacia e da OAB), especificamente no artigo 22, que diz:

"A prestação de serviço profissional assegura aos inscritos na OAB o direito aos honorários convencionados, aos fixados por arbitramento judicial e aos de sucumbência."

Assim, temos três tipos diferentes de honorários, sendo o primeiro deles o convencional ou contratual, isto é, aquele estabelecido entre o advogado e o cliente, o que geralmente ocorre no momento da contratação para execução do trabalho (uma defesa, uma elaboração de contrato etc.). 
A OAB de cada Estado estabeleceu uma tabela com valores mínimos dos preços dos principais serviços realizados pelos advogados. 
Na cobrança dos honorários contratuais poderão ser incluídas cobranças com outras despesas que o profissional possa ter tais como custas do processo, deslocamentos, diárias etc.
Os honorários por arbitramento judicial são casos em que o cliente e seu advogado não estabeleceram valores contratuais, ficando ao critério do juiz determinar o valor do serviço.
O último tipo de honorários são os sucumbenciais, estabelecidos pelo juiz na sentença, respeitando o parâmetro de 10% a 20% sobre o valor da condenação, sobre o proveito econômico obtido ou sobre o valor da causa (valor dado na ação), conforme determinado pelo Código de Processo Civil (Artigo 85, § 2º).
Nos honorários sucumbenciais o juiz leva em conta o zelo do advogado, o tempo do processo, a complexidade da causa, a natureza da ação etc. 
Os honorários de sucumbência será pago pela parte perdedora do processo e não pelo cliente.
Cabe esclarecer que o advogado poderá receber os honorários contratuais e o de sucumbência no mesmo processo, pois como foi explicado acima, o primeiro será referente ao contrato com o cliente e o segundo será pago pela parte perdedora do processo ao advogado vencedor da ação.
Os defensores públicos não efetuam cobrança de honorários contratuais devido a própria função pública na prestação jurídica gratuita, mas recebem honorários arbitrados ou de sucumbência pelo juiz.

Por Camila Gouvêa
Fonte JusBrasil Notícias

7 PECADOS SOCIAIS COMETIDOS POR ADVOGADOS NAS REDES SOCIAIS


O uso das mídias sociais na profissão da advocacia tem se expandido tão rapidamente que, até mesmo os usuários de longa data, podem não estar atualizados sobre os inconvenientes e os comportamentos em constante evolução. Alguns comentários ou postagens descuidadas podem perder seguidores e até mesmo prejudicar a reputação de seu escritório.

1. Ser superficial
Você não entraria em um tribunal sem uma estratégia bem pensada, certo? A mídia social é o tribunal da opinião pública, também exige uma abordagem elaborada e bem fundamentada. Aleatoriamente disparar conteúdos, links, likes e tweets não relacionados, é como escrever uma argumentação de encerramento antes de elaborar suas observações preliminares.

2. Ser egoísta
A mídia social é projetada para interação social, não autopromoção. Em outras palavras, não seja um advogado ostentador, não publique se for por pura presunção de seus serviços (por exemplo, “por que eu sou...” “aqui no meu escritório”... ”imagine quem sou eu”...). Isso só irá torná-lo indesejável. O envolvimento autêntico com os outros é o que ganha confiança, nutre relacionamentos e atrai negócios.

3. Ser o sabe tudo
Todo advogado não pode e não deve fazer qualquer afirmação falsa, enganosa ou das quais desconhece sobre o assunto. Não tente ludibriar com o intuito de conquistar seguidores. Considere a regra uma linha que não deve ser cruzada, com a menor distorção ou exageros.

4. Ser o centro das atenções
Você monopolizaria uma conversa e concordaria com o que qualquer outra pessoa tem a dizer? Pense nas mídias sociais. Isso significa que você, não necessariamente, deve repetir o que outros dizem no Twitter e compartilhar suas postagens no Facebook e no LinkedIn a todo instante.

5. Ser descuidado
Se você quiser permanecer relevante, mantenha-se ativo. Postagens úteis, conteúdo valiosos três vezes por semana em cada mídia social são ideais, mas nunca ultrapasse mais de uma semana sem publicar algo.

6. Ser desatento
As pessoas são muitas vezes intimidadas por advogados. Ser atencioso e confiável dará uma vantagem competitiva. Quando alguém responde às suas postagens com perguntas ou comentários, escreva de volta rapidamente. A mídia social é uma via de mão dupla.

7. Ser inapropriado
A informalidade e o humor seguem um longo caminho nos limites ocasionais das mídias sociais, mas compreendem os limites. Evite o humor crasso, honre o sigilo do advogado-cliente e não diga nada sobre um colega que você não diria em sua presença.
A mídia social é uma ferramenta cada vez mais influente para advogados e escritórios, mas deve ser exercida adequadamente nos limites éticos e condizentes com a advocacia.

Por Jurídica Marketing
Fonte JusBrasil Notícias